segunda-feira, 21 de maio de 2012

Missão Técnica EcoBuilding / Arqtours São Francisco 2012 - GreenBuild Conference & Expo


Caros,

Preparem-se. Estão abertas as reservas para a Missão Técnica EcoBuilding / ArqTours São Francisco - GreenBuild Conference & Expo 2012. O programa, como sempre, envolve, além de visita à feira do USGBC, um dos maiores eventos em Construção Sustentável do mundo, visitas técnicas a escritórios e edifícios sustentáveis de referência, como só a ArqTours sabe organizar.

Quem já foi, sabe como são as Missões Técnicas EcoBuilding / ArqTours. A quem ainda não foi, recomendo. São experências muito enriquecedoras.

Reserve sua vaga. São limitadas.
Pode tratar com a Arq. Raquel Palhares: raquel@arqtours.com.br / (11) 7874 3293.

Até breve.

sábado, 19 de maio de 2012

Nova base da Nasa é modelo de sustentabilidade

Por Leandro Amatti, 3 de maio de 2012

O prédio que servirá como centro de testes em inovações e tecnologias limpas da agência espacial americana, Nasa, foi concluído neste mês de abril e recebeu LEED Platinum, mais alta certificação de construção ecológica, fornecido pela U.S Green Building Council. Após dois anos de obra, a Base de Sustentabilidade da Nasa, localizada na Califórnia, é atualmente o prédio público mais verde dos Estados Unidos, segundo a Exame.

O título foi recebido graças as suas instalações, propostas pela Casa Branca. O local usará 90% menos água potável do que um prédio convencional do mesmo porte. Ele também criará 22% mais energia do que consumirá, graças a uma combinação de painéis solares, um dispositivo de célula combustível e um sistema geotermal que enviará água naturalmente resfriada do solo para painéis de teto no interior da construção.

O edifício, que será a estação de trabalho de 210 funcionários da Nasa, utilizou concreto e aço reciclados na construção. Ao total foram gastos US$ 20,6 milhões.

Projetado pelo escritório de arquitetura William McDonough + Partners, especializado em eco design, a prioridade do projeto é maximizar o uso de luz natural, economizando energia elétrica.

Além do quesito energia e construção, o prédio também possui atributos high tech, que incluem cinco mil sensores de calor e fluxo de ar que regulam, automaticamente, a abertura e fechamento das janelas nos dois andares. Quando a luz do sol entrar no escritório ou começar a chover, não será preciso uma pessoa para abrir ou fechar as janelas.

A mesma tecnologia será capaz de medir os níveis de dióxido de carbono, refrigeração, ruídos e iluminação dentro das salas.

25/04/201, http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

sexta-feira, 18 de maio de 2012

USP desenvolve casa que une sustentabilidade e eficiência energética

Por Leandro Amatti, para Portal Energia, publicado em 09 de Maio de 2012

O Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP está montando, desde o final de 2010, uma casa eficiente, sustentável e inovadora, que funciona exclusivamente com energia solar, térmica e fotovoltaica. O projeto intitulado “Ekó House“ é um protótipo que combina elementos de tecnologia high-tech com soluções tradicionais de arquitetura e engenharia.

“A casa tem aproximadamente 47 metros quadrados (m²). Ela conta com cozinha, sala de jantar, sala de estar, banheiro e quarto. O ambiente é projetado para dar flexibilidade de uso. Com persianas e móveis o ambiente é alterado, aumentando a área social ou a área íntima”, explicou a Agência USP de Notícias, a mestranda em arquitetura Bruna Mayer de Souza, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), uma das integrantes da iniciativa.

O conceito da habitação se inspira na diversidade e na pluralidade da cultura brasileira. Segundo os responsáveis, a herança indígena é tomada como ponto de partida, como matriz do mosaico cultural que mantém uma unidade na identidade nacional. Daí que vem o nome “Ekó″, original da língua Tupi-Guarani, que significa “viver” ou “modo de viver”.

A equipe responsável pelo projeto é chamada de “Team Brasil” e é formada por estudantes e docentes de diversas áreas como: Arquitetura e Urbanismo, Engenharias Civil, Mecânica, Elétrica, Sanitária e Ambiental, Automação e Sistemas, e outras áreas como Design e Marketing.

A ideia é uma proposta brasileira que está concorrendo ao Solar Decathlon Europe 2012, uma competição internacional na qual 20 equipes, representando universidades de todo o mundo, projetam, constroem e colocam em funcionamento uma casa sustentável e com eficiência energética.

Solar Decathlon Europe

O prêmio é dividido em dez categorias que avaliam as inovações da casa, como sua capacidade de geração e eficiência energética, conforto, qualidade espacial e construtiva, entre outras.

A construção da casa é realizada localmente e, depois, ela é transportada para a zona da competição em Madrid, na Espanha, onde as residências devem ser montadas em um prazo de dez dias – e lá permanecem em exposição para o público, por um período de 17 dias.

“A casa será levada para Madrid parcialmente desmontada, em containers. A estrutura é feita de peças de cumaru e placas de OSB (oriented stranded board) que formam painéis. Esses painéis são preenchidos com lã de vidro para isolamento térmico. Como revestimento, são usadas placas cimentícias, e entre os painéis e as placas também é utilizado aerogel, um material fibroso de alta eficiência no isolamento térmico. Os painéis já irão prontos para Madri, com todas as suas camadas instaladas, inclusive com canos e fios, para lá serem apenas encaixados”, explicou Bruna.

07/05/2012, http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

Prédios públicos do Paraná seguirão soluções ecológicas

Por Fernanda Trisotto, publicado em Gazeta do Povo, 16/05/2012

Lei determina que novas construções tenham sistemas de aquecimento de água por energia solar e reaproveitamento de água de chuva, além de telhados ambientalmente corretos

Todos os prédios públicos que forem construídos no Paraná deverão de seguir três regras para se tornarem ecologicamente corretos e sustentáveis. A Lei Estadual 17.084/2012, dos deputados Luiz Accorsi (PSDB) e Rasca Rodrigues (PV), determina que as novas obras tenham sistemas de aquecimento de água por energia solar e reaproveitamento de água de chuva, além de telhados ambientalmente corretos. A justificativa é que a medida vai gerar economia e trará ganhos ambientais aos municípios. A proposta foi publicada no Diário Oficial em março e ainda está sendo regulamentada pelo Poder Executivo.

Para o prefeito de Pira­quara, Gabriel Jorge Samaha, presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), a lei é interessante, mas para que sua aplicação seja eficaz deve haver um período de adaptação, já que existem projetos finalizados em fase de licitação ou com orçamento já definido.

Samaha considera que é possível fazer projetos que atendam a essas diretrizes daqui por diante, mesmo elevando o custo das obras. “O custo não é impeditivo. Ele é assimilável e as prefeituras vão acomodar o dinheiro necessário em função da previsão dessas obras”, defende.

Viabilidade

A arquiteta Cristiane Lacerda, vice-presidente comercial da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura no Paraná (AsBEA-PR), diz que a estratégia de o poder público dar o exemplo é interessante, porém os requisitos previstos na lei são poucos para apresentarem resultados efetivos. “Acho ingênuo aplicar indiscriminadamente sem avaliar se vale a pena o investimento e se o resultado vai ser significativo”, afirma.

Em relação ao resultado, Cristiane lembra que, para obter o selo de algum sistema de certificação, uma construção que tenha por meta economizar 20% de água e energia teria de adotar pelo menos 20 itens de sustentabilidade. Ela ressalta que algumas medidas simples, como o uso de lâmpadas eficientes e torneiras e descargas com controle de tempo, podem ser bastante eficazes e têm baixo custo. Por outro lado, a arquiteta ressalta que a tecnologia nem sempre se aplica ao contexto urbano. Em casos de insolação insuficiente, por exemplo, não é eficaz fazer a instalação de placas de energia solar.

Professor da Pontifícia Uni­­versidade Católica do Paraná (PUCPR) e da Universidade Positivo (UP), Bráulio Carollo trabalha com projetos para o poder público e ressalta que outros estados também contam com legislações semelhantes. “São políticas ambientais para que haja menos agressão. Têm a ver com eficiência energética, energia renovável, utilização de produtos mais compatíveis, como lâmpadas mais eficientes, sistemas modernos de ar-condicionado e projetos de arquitetura que promovam o aproveitamento da luz natural”, explica.

Normas


A Lei 17.084, de 13 de março de 2012, determina a obrigatoriedade de implantação de alguns sistemas que vão tornar as construções públicas mais ambientalmente corretas e sustentáveis. Confira os principais pontos previstos no texto:

- Exigências: depois da regulamentação da lei, todos os prédios públicos do estado do Paraná devem ter sistema de aquecimento de água por energia solar, aproveitamento de água de chuva e telhados verdes (com grama ou jardins plantados) ou com telhas metálicas claras, pintadas com tinta branca ou pigmentações especiais.

- Normas: Os materiais e as instalações devem respeitar as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e ter eficiência comprovada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

- Licitação: Todas as licitações devem mencionar, expressamente, a instalação desses sistemas.

- Exceção: Em caso de comprovação de inviabilidade técnica por um estudo profissional, não é preciso aplicar a lei para a construção do prédio em questão.

- Na prática: A regulamentação da lei será feita pelo Poder Executivo. Ainda não está especificado quem deve fiscalizar seu cumprimento e quais as sanções aplicáveis caso as determinações não sejam seguidas.

Experiência

Na Bahia, servidores fiscalizam consumo de água e energia

Para controlar os gastos com água e energia elétrica, além de mobilizar órgãos da administração pública estadual, o governo baiano criou o Programa de Racionalização do Consumo de Água e Energia nos Prédios Públicos. O consumo é monitorado por grupos de servidores, divididos em ecotimes, responsáveis por coletar os dados. A intenção do governo é criar uma cultura de preservação de recursos naturais, visando a garantir a autossustentabilidade, e reduzir ou eliminar desperdícios e perdas.

O estado ainda conta com o Programa de Qualidade das Obras Públicas da Bahia (Qualiobra), que padroniza rotinas de contratação, fiscalização e acompanhamento das obras. O programa se ocupa de implantar processos de qualificação, homologação e certificação de produtos e serviços. Além disso, todas as obras públicas da Bahia são geridas pela Superintendência de Construções Administrativas do estado (Sucab), que desde 1991 é o executor de obras públicas, com a incorporação dos projetos.

domingo, 29 de abril de 2012

Prezados Clientes, Parceiros, Colegas e Amigos,

Compartilhem esta notícia, que é de fato relevante:

Um marco na era da energia renovável no Brasil. Todos nós poderemos gerar nossa própria energia em nossas residências, empresas e construir usinas de energia renovável.

17-04-2012 - ANEEL aprova regras para facilitar a geração de energia nas unidades consumidoras

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou hoje (17/04) regras destinadas a reduzir barreiras para instalação de geração distribuída de pequeno porte, que incluem a microgeração, com até 100 KW de potência, e a minigeração, de 100 KW a 1 MW.

A norma cria o Sistema de Compensação de Energia, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local.

A regra é válida para geradores que utilizem fontes incentivadas de energia (hídrica, solar, biomassa, eólicae cogeração qualificada).

Pelo sistema, a unidade geradora instalada em uma residência, por exemplo, produzirá energia e o que não for consumido será injetado no sistema da distribuidora, que utilizará o crédito para abater o consumo dos meses subsequentes.

Os créditos poderão ser utilizados em um prazo de 36 meses e as informações estarão na fatura do consumidor, a fim de que ele saiba o saldo de energia e tenha o controle sobre a sua fatura.

Os órgãos públicos e as empresas com filiais que optarem por participar do sistema de compensação também poderão utilizar o excedente produzido em uma de suas instalações para reduzir a fatura de outra unidade.

Medição

O consumidor que instalar micro ou minigeração distribuída será responsável inicialmente pelos custos de adequação do sistema de medição necessário para implantar o sistema de compensação.

Após a adaptação, a própria distribuidora será responsável pela manutenção, incluindo os custos de eventual substituição.

Além disso, as distribuidoras terão até 240 dias após a publicação da resolução para elaborar ou revisar normas técnicas para tratar do acesso desses pequenos geradores, tendo como referência a regulamentação vigente, as normas brasileiras e, de forma complementar, as normas internacionais.

Vantagens

A geração de energia elétrica próxima ao local de consumo ou na própria instalação consumidora, chamada de “geração distribuída”, pode trazer uma série de vantagens sobre a geração centralizada tradicional, como, por exemplo, economia dos investimentos em transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica.

Como a regra édirecionada ageradores que utilizem fontes renováveis de energia, a agência espera oferecer melhores condições para o desenvolvimento sustentável do setor elétrico brasileiro, com aproveitamento adequado dos recursos naturais e utilização eficiente das redes elétricas.

O assunto foi amplamente discutido com a sociedade em uma consulta e uma audiência pública. A audiência ficou aberta no período de 08/08/2011 a 14/10/2011 e, ao todo, foram recebidas 403 contribuições de agentes do setor, universidades, fabricantes, associações, consultores, estudantes e políticos.

Descontos da TUSD e TUST

Paralelamente ao sistema de compensação de energia, a ANEEL aprovou novas regras para descontos na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição – TUSD e na Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão – TUST para usinas maiores (de até 30 MW) que utilizarem fonte solar:

• Para os empreendimentos que entrarem em operação comercial até 31 de dezembro de 2017, o desconto de 80% será aplicável nos 10 primeiros anos de operação da usina

• O desconto será reduzido para 50% após o décimo ano de operação da usina

• Para os empreendimentos que entrarem em operação comercial após 31 de dezembro de 2017, mantém-se o desconto de 50% nas tarifas

(PG/DV/HL/DB)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Brazil's Green Building Boom

By Jason LaChappelle, ISEAL Communications Coordinator, 19 April 2012

With our annual conference approaching in May, we sit down with Felipe Faria, one of the speakers you’ll hear from in Bonn, to talk about growth in the Brazilian green building sector.

Image: Mané Garrincha stadium in Brasília is one of the 2014 World Cup facilities applying for LEED certification. Source - Castro Mello Architects

These are exciting times in Brazil. With three major international events to take place in the country over the next four years – the upcoming Rio+20 Summit in June, the 2014 World Cup and the 2016 Summer Olympics – Brazil will be front and centre on the global stage. But South America’s economic giant is also generating buzz about its leadership on the sustainability stage.

The country has taken a positive turn to slow the rate of deforestation in the Amazon, with government statistics showing that forest loss is at a 23-year low. Emerging sustainability standards for biofuels, soy and beef hold considerable promise for making the production of Brazil’s major commodities and exports more sustainable. ISEAL’s recently launched project with SECO to increase the uptake of sustainability standards in emerging economies will draw on the domestic demand for sustainability in Brazil to further build awareness of how standards and certification can contribute to sustainable development.

In recent years cooperative efforts on the part of the construction industry and the Brazilian government have catapulted the country into a leader in green building. Earlier this month we sat down with Felipe Faria from Green Building Council Brasil to talk about the reasons behind this impressive growth. Felipe will be speaking on the Public Day of the ISEAL Conference in Bonn.

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Felipe, thank you for joining us. First, can you tell us a bit about Green Building Council Brasil and how it was founded?

Green Building Council (GBC) Brasil is a non-governmental organisation made up of over 500 member companies that aim to promote the advancement of sustainable construction. We do this through the dissemination of information, trainings and technologies that allow businesses to adopt green building practices and meet the requirements of LEED® Certification (Leadership in Energy & Environmental Design). GBC Brasil is one of twenty-four members of the World Green Building Council, which provides oversight and guidance to the national initiatives.

GBC Brasil was created in 2007 when a group of businesspeople and companies concerned about the environmental degradation caused by the domestic construction boom came together to drive a movement toward lower-impact practices.

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What are the environmental impacts of conventional construction in Brazil?

The construction sector in Brazil is responsible for 21% of treated water consumption, 44% of total electricity use and 20-25% of greenhouse gas emissions. But these impacts can often be easily reduced by simple green practices at the conception or design level. However, for decades there was little investment in these innovations. Builders lacked information about the true economic and environmental costs of building operation and opportunities for improving efficiency

Communication and short-termism have also been major issues. Engineers, builders and suppliers do not always talk to each other and have tended to think only in terms of immediate construction costs rather than consider the operational costs and resource needs over the life cycle of a building.

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Things certainly seem to be changing. With more than building projects registered as of April 2012, Brazil has jumped to fourth in world in rankings of the number of projects in the process of LEED certification. What is behind this phenomenal growth rate?

There are a number of reasons. Leadership from the private sector is certainly one element. The founding members of GBC Brazil are strong players in the construction industry and they have been appealing to the wider commercial sector and convincing them of the benefits of LEED certification. The market has shifted to the point where there is now a demand to prove efficiency and there is much more consideration of long-term costs and waste reduction.

Another important element is that the LEED standard for green building design (which was originally developed by the United States Green Building Council) is adapted to the Brazilian context by our technical committee of over 200 professionals. They have been able to take the LEED standard and integrate regional priorities relating to aspects such as solar panels, water use and waste.

One of the most important factors is the relationship we have developed with governments. This crystallised in large part due to the government’s acknowledgement that the construction sector is major contributor to climate change. GBC Brasil has been able to demonstrate the value of green building practices in meeting public policy objectives around climate change and stimulating the green economy.

Through projects with governments we have been able to show the efficiency, employment and environmental gains to be made from sustainable construction. For instance for every million dollars invested in a building retrofit, 10 new jobs are created. Green building also tends to benefit small and medium enterprises, increases market competitiveness and reduces investment risks.

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What are some of these projects that you have partnered on with government?

One of the most exciting projects is our work with the Brazilian Olympic Committee on the preparations for the 2016 Olympics. We were invited by the Secretary of Urban Planning help write the sustainability criteria for the construction of Olympic facilities. Along with our successful efforts to encourage designers of the 2014 World Cup stadiums to apply for LEED certification, we hope these will be platforms for dramatically scaling up green building.

We have also partnered with the Secretary of Housing in the state of São Paulo to create awareness in residential areas about the benefits of energy efficiency and to implement solar panels, natural ventilation and architectural changes in homes.

Our positive relationship with the Brazilian government also led it to legislate incentives and rewards for people and businesses that install green technologies, such as cool roofs that reduce the climate change effect.

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ISEAL is hoping that the upcoming Rio+20 Summit will deliver a strong commitment on sustainability that recognises the value of standards and certification. Does GBC Brasil have goals for the event?

We are also hoping to convince high-level policymakers to reference the sustainable construction sector and green building tools in the final documents. We also want to use the high profile of Rio+20 to create awareness about the benefits of green building and highlight the impressive examples we have here in Brazil.

To learn more about Felipe and the exciting list of speakers who are joining us in Bonn, click here.

To register for the Public Conferece (29-30 May), click here.


terça-feira, 10 de abril de 2012

Professores do MBA em Construções Sustentáveis participam de treinamento sobre LEED GA em SP

No início deste mês de Abril 2012 tivemos mais uma turma do curso preparatório "Como se Tornar um LEED GA", ministrado por mim, em São Paulo.

Nesta ocasião, especialmente, tivemos entre os participantes do curso, além de mim, outros 5 professores do MBA em Construções Sustentáveis INBEC / UNICD / GBC Brasil.

Os colegas Profs. Eng. Eduardo Dantas, Arq. Rosa Pezzini, Arq. Tomaz Lotufo, Arq. Nelson Solano e Arq. Rita Buoro (na foto, da esquerda para a direita) participaram ativamente do curso, dando inclusive importantes contribuições durante as aulas, em suas especialidades, um verdadeiro privilégio para os demais participantes do curso.

Estamos seguros de que este curso contribuirá para que os colegas possam, com toda propriedade, dar em suas aulas no MBA em Construções Sustentáveis por todo o país, orientações adequadas às suas áreas do conhecimento, para aplicação dos diferentes conceitos e técnicas em processos de certificação ambiental de empreendimentos, o que por sua vez, será muito útil para os participantes do curso da pós-graduação.

Em outra turma do curso preparatório "Como se tornar um LEED AP", no Rio de Janeiro, na próxima semana, teremos mais outros professores do curso. Fico satisfeito em ter uma equipe de professores competentes e aplicados em nosso corpo docente na pós-graduação em Construções Sustentáveis.

Aproveito para acrescentar que este mês estamos abrindo novas turmas do MBA em Porto Alegre e Brasília e no próximo mês provavelmente em Florianópois e Ribeirão Preto. Mais informações e inscrições podem ser feitas pelo: http://www.inbec.com.br/.

Até breve,

Arq. Antonio Macêdo Filho
amacedo@ecobuilding.com.br

terça-feira, 13 de março de 2012

Programação de cursos EcoBuiding / GBC Brasil - Março 2012

Edifício do Grupo Abril recebe certificação LEED

Por Débora Spitzcovsky, publicado em Planeta Sustentável em 31/01/2012
Localizado na Marginal Pinheiros, o edifício que abriga a Editora Abril acaba de ganhar o selo LEED de edificação sustentável, na categoria EB®, que atesta a sustentabilidade de prédios já construídos. O edifício do Grupo Abril é o quarto do Brasil a ser certificado nessa categoria

O Grupo Abril está em clima de comemoração. Atento às questões que permeiam a sustentabilidade há mais de uma década - fique por dentro de todas as ações socioambientais que a empresa realiza no canal que ela mantém aqui, em nosso site -, o Grupo acaba de conquistar mais uma vitória na área: o prédio onde está localizada a Editora Abril, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, ganhou o selo LEED - Leadership in Energy and Environmental Design de construção sustentável, concedido pelo USGBC - Conselho de Construção Sustentável dos EUA.

Construído em meados da década de 90, o prédio - onde, inclusive, está localizada a redação do Planeta Sustentável - foi certificado na categoria EB® - Existing Building, que atesta o compromisso de edificações já erguidas com a sustentabilidade. No Brasil, apenas outras três construções receberam o selo LEED nessa categoria.

Selo LEED de construção sustentável conquistado pelo edifício da Abril

Entre as conquistas do edifício - conhecido como NEA - Novo Edifício Abril, entre os funcionários do Grupo - no campo da sustentabilidade, que contribuíram para a certificação, estão:

- Ganhos em eficiência energética e redução do consumo de água, graças à instalação de equipamentos e sistemas apropriados e

- Gestão de resíduos sólidos, já que 95% dos materiais de consumo regular do prédio são descartados de forma ambientalmente correta - o que inclui a reciclagem de papel e plástico e a trituração das sobras dos alimentos preparados no edifício, que são destinados à compostagem.
Fábio Barbosa, presidente-executivo da Abril S.A, comemorou a conquista e atribuiu a certificação ao comprometimento de todos os funcionários do prédio com a questão. "A sustentabilidade tem que permear todas as atitudes de uma organização e a conquista da certificação LEED só foi possível graças ao esforço e conscientização de todos os funcionários do NEA", disse.

Com início em 2009, o processo de certificação do edifício da Editora Abril durou cerca de três anos e contou com a consultoria da Sustentax Engenharia de Sustentabilidade. Agora, a Abril pretende estender a certificação para os outros prédios do Grupo e, ainda, conquistar o Selo LEED Silver para o NEA, que é o selo concedido aos edifícios que dão continuidade aos procedimentos sustentáveis adotados.

Viver com sol

Por Lilian Primi, para Arquitetura & Construção - 02/2012, publicado em Planeta Sustentável

Nada melhor que reduzir o orçamento doméstico sem perder conforto e ainda preservar a natureza. Cada vez mais eficientes e acessíveis, os coletores solares geram calor e economizam energia elétrica e gás. Eles duram cerca de 15 anos e o investimento se paga em dois. Escolha o seu!

Que tal levantar a bandeira de defesa do meio ambiente e enxugar a conta de luz em 30%? Em média, essa é a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares. Limpa, gratuita e infinita, a energia térmica proveniente do Sol está afinada com a busca por sustentabilidade - uma das grandes questões contemporâneas. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil tinha mais de 6,6 milhões de m² de coletores instalados, capazes de gerar 4 mil mw - número equivalente a 30% da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No ano passado, o setor cresceu 21,1%. "O aumento nasceu com a onda verde, mas foi potencializado pelo apagão energético de 2001", explica Délcio Rodrigues, diretor do Instituto Ekos. A boa notícia é que esse fortalecimento do mercado alavancou o desenvolvimento tecnológico dos equipamentos. E o consumidor só tem a ganhar. "Os equipamentos high-tech são capazes de esquentar a água até 90 ºC. Isso permite reduzir o tamanho do reservatório e a área de coleta", assinala o engenheiro elétrico Douglas Messina, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT).

Hoje, para muitos arquitetos, como Paula Sauer, de Campinas, SP, a criação de projetos com aquecimento solar já virou rotina. "Uso em 99% das construções", revela. "Na maioria das vezes, o pedido vem do próprio cliente." Comprar o modelo certo é uma tarefa simples, porém, prefira contar com a ajuda de um técnico especializado no assunto para dimensionar o número de coletores de acordo com o consumo de água da residência e a quantidade de pontos a receber o aquecimento - e para especificar as distâncias corretas entre todas as peças no telhado.

A mão de obra é disponibilizada pelos próprios fornecedores, que também se encarregam da manutenção. "Já dispomos de coletores de vários tipos e preços, com ótimo desempenho", diz Marcelo Mesquita, do Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol), vinculado à Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava). Veja a seguir o que você precisa saber antes de comprar um deles - e eleja apenas os certificados.

O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares. Das 26 que já entraram em vigor, apenas duas esperam regulamentação. Boa parte delas, como a no 14 459, em vigor na cidade de São Paulo desde 2003, obriga a adoção do sistema nas novas edificações com mais de três banheiros. Algumas leis estaduais preveem também incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem 30 projetos em tramitação no país. O mais abrangente está sendo avaliado na Câmara dos Deputados e prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços. No site da entidade Cidades Solares, ligada à Abrava, veja a lista das aprovadas ou em tramitação.

SISTEMA COM TERMOSSIFÃO

SISTEMA COM BOMBA E SISTEMA A VÁCUO


domingo, 26 de fevereiro de 2012

V Missão Técnica Green Buildings em Nova York 2012

Caros colegas,

Estão abertas as reservas para a quinta edição da Missão Técnica Green Buildings em Nova York, que este ano ocorrerá entre os dias 30 de Abril a 07 de Maio. Além de visitar a feira Green Buildings NY 2012, visitaremos, como nas edições anteriores, alguns dos maiores e primeiros edifícios sustentáveis do mundo, como também destacados escritórios e empresas do setor.
São experiencias de fato enriquecedoras.
Veja algumas imagens das missões anteriores aqui no blog, na coluna da direita, abaixo.
Aos interessados, recomendo entrar em contato com a ArqTours, que organiza o programa, com brevidade, para garantir vagas, pois são limitadas.
Até breve.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

MBA em Construções Sustentáveis INBEC / UNICID / GBC Brasil chega ao interior de São Paulo

Caros,

Com satisfação, informo que nos próximos meses abriremos novas turmas do MBA em Construções Sustentáveis em Ribeirão Preto, Piracicaba e São José dos Campos, as primeiras turmas do curso fora de capitais brasileiras.

Para estas novas turmas, temos apoio da AEAARP - Ass. de Engenheiros e Arquitetos de Ribeirão Preto, AEASJC - Ass. de Engenheiros e Arquitetos de São José dos Campos, e da ProPark Paisagismo e Ambiente, de Piracicaba. As matriculas estão abertas. Para reservar vagas, favor clicar na imagem que segue.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Visita ao BedZed - Missão Técnica EcoBuild Londres 2012

Caros,

Durante a III Missão Técnica EcoBuild Londres 2012, que ocorrerá em Março próximo, assim como nas edições anteriores, dentre as visitas que já estão confirmadas, visitaremos o BedZed, condomínio sustentável pioneiro e um dos maiores exemplos de sucesso no mundo, em se tratando de comunidades sustentáveis.

Na coluna da direita aqui do blog, postei alguns videos que eu mesmo fiz em ocasiões anteriores. Adiciono agora aqui um video de uma entrevista com Bill Dunster, da Zed Factory, a respeito do BedZed - Beddington Zero Energy Development:


Aos interessados, informo que ainda é possível aderir a esta III Missão Técnica EcoBuild Londres 2012. Para mais informações, entre em contato com a ArqTours, que organiza o programa: (11) 3073 1153 / 7874 3293 / raquel@arqtours.com.br.

Trarei notícias em postagens posteriores.

Até breve,

Antonio Macêdo Filho

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Rio de Janeiro desponta no mercado de Construções Sustentáveis e ganha MBA

Por Marianna Abdo, para o GBC Brasil

O GBC Brasil, organização que fomenta a indústria de construção sustentável no país, confirma o início de mais uma turma do MBA em Construções Sustentáveis no Rio de Janeiro. Com previsão de início em fevereiro, a iniciativa é resultado da parceria da organização com o Instituto Brasileiro de Educação Continuada (INBEC) e a Universidade Cidade de São Paulo (UNICID).

Foto: Edifícios Ventura Towers, certificados LEED Gold

O Rio de Janeiro já desponta nesse mercado e demandará profissionais qualificados na área. Em 2011, a cidade registrou 31 empreendimentos no sistema de certificação LEED, um crescimento de 287% em relação ao ano passado. No total são 64 registros e seis empreendimentos que já conquistaram o selo. Com a aproximação dos eventos esportivos, essa demanda deve aumentar. “É um mercado em expansão que está exigindo profissionais com ferramentas específicas e conteúdo focado nos principais aspectos do planejamento, desenvolvimento de projetos, execução, operação e manutenção de empreendimentos sustentáveis", explica Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil, professor e coordenador dos cursos.

O objetivo do curso é capacitar os participantes em certificação ambiental e construção sustentável, oferecendo conhecimentos que permitam realizarem projetos e obras e tornarem-se consultores na área. Dessa forma, apresenta eficientes metodologias e tecnologias que os habilitam a projetar, gerenciar, avaliar, e operar edificações sustentáveis, alinhadas aos princípios de eficiência energética e de elevado desempenho ambiental, a fim de tornar a construção civil, uma ferramenta harmonizada com a sustentabilidade do planeta.

Com um corpo docente qualificado e de reconhecida competência no mercado, o programa tem duração de 440 horas e consolidou-se com grande credibilidade em mais de uma dezena de cidades onde foi realizado, obtendo sempre aprovação superior a 95% de satisfação dos participantes.

Sobre o Green Building Council Brasil:

O Green Building Council Brasil é uma organização não governamental, em operação desde 2007, que visa fomentar a indústria de construção sustentável no Brasil, por meio de sua atuação junto ao Governo e à sociedade civil e de atividades como: (i) capacitação técnica de profissionais, (ii) disseminação de informações, práticas e conhecimentos e (iii) promoção de processos de certificação, além de disseminar e apoiar as iniciativas do setor. Até 2011, mais de 33 mil profissionais passaram pelos cursos de formação, foram certificados 40 empreendimentos no país e outros 371 estão em análise. Site: www.gbcbrasil.org.br.

Sobre o Programa Nacional de Educação do GBC Brasil:

O Programa Nacional de Educação é um dos pilares do GBC Brasil e visa capacitar profissionais para a área de construções sustentáveis. O curso de MBA em Construções Sustentáveis está presente em nove capitais brasileiras, com 18 turmas em andamento e projeção de expansão para outras 11 cidades em 2012. O corpo docente tem elevada capacitação e experiência na área e o curso inclui disciplina preparatória para os exames de credenciamento LEED GA e LEED AP.
O Programa de Educação do GBC Brasil dissemina conhecimento também por meio de cursos de curta duração presenciais e online em outras 51 cidades. Mais de 33 mil profissionais já passaram pelo Programa que é avaliado com uma satisfação plena de 95%.

Marianna Abdo
GWA Comunicação Integrada
marianna@gwacom.com

Mais informações:
Sobre o MBA em Construções Sustentáveis:
http://www.inbec.com.br/
(21) 3005 9565

Sobre o Programa de Educação Continuada do GBCB:
http://www.ecobuilding.com.br/
(11) 2626 9575

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Hotéis: em busca da eficiência energética

Por Matheus Gagliano, para o Procel Info

Setor hoteleiro começa a colocar em prática projeto visando a redução do consumo de energia. Investimento no Pró-Hotéis está estimado em R$ 500 milhões.

Os hotéis têm um desafio para os próximos anos, quando o país receberá eventos importantes como a Copa do Mundo de 2014, os Jogos Olímpicos de 2016 e o encontro de cúpula Rio+20, que está previsto para este ano. Trata-se de colocar em prática um plano de eficiência energética voltado para reduzir os custos de energia elétrica e possibilitar um consumo mais racional, uma vez que ela representa entre 15% e 30% dos custos dos hotéis.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Enrico Fermi, sabe destas questões. Em vista disso, ele informou que a entidade está desenvolvendo o projeto Pró-Hotéis, que foi elaborado ao longo de um ano e que agora está em fase de apresentação aos hotéis espalhados pelo país. Segundo Fermi, “a eficiência energética é um foco importante e a ABIH tem contribuído para o desenvolvimento deste tema”.

“O custo de energia é o segundo item da pauta de gastos dos hotéis, ficando atrás apenas do custo com pessoal”, disse Enrico Fermi. O executivo completou que o Pró-Hotéis tem diversos parceiros como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o banco Santander e diversas empresas fabricantes de equipamentos para iluminação, entre outros.

Os investimentos iniciais na implantação do projeto são de R$ 500 milhões. O BNDES tem um financiamento para este projeto e a unidade hoteleira que se interessar em pegar um empréstimo no banco de fomento pode pagar em até 18 anos. Pousadas e hotéis de pequeno porte podem contrair o financiamento junto ao Santander. Pelo BNDES, os contratos têm juros de até 4% ao ano e carência de 18 meses.

De acordo com executivo, o programa consiste em fazer um diagnóstico da situação atual do hotel e então verificar as ações que deverão ser tomadas para colocar em prática um plano de consumo eficiente da energia e reduzir os gastos com a energia elétrica. Fermi também afirmou que atualmente o projeto está em fase de apresentação.

Para divulgar o projeto, a ABIH está desenvolvendo workshops em diversos estados do país. Segundo Fermi, já foram realizados encontros com as seções estaduais da ABIH no Tocantins e no Rio Grande do Sul. As datas de realização dos encontros para divulgação do projeto acontecem de acordo com os critérios de cada representação estadual, mas a ABIH nacional estuda montar um stand no Conotel deste ano para divulgar e tirar dúvidas dos hoteleiros interessados no projeto.

Pró-Hotéis consiste em fazer um diagnóstico da situação atual do hotel e então verificar as ações que deverão ser tomadas para colocar em prática um plano de consumo eficiente da energia e reduzir os gastos com a energia elétrica

Algumas das ações sugeridas pelo programa da ABIH é promover a troca de equipamentos, a instalação de tecnologias que permitem a adoção do consumo eficiente e a modificação de processos para levar a um consumo mais otimizado. Desenvolvido em parceria com as consultorias Ages e Atlas, o projeto pode proporcionar uma redução de até 50% nos gastos dos equipamentos hoteleiros com energia elétrica e água.

Entre as soluções encontradas para otimizar o consumo estão o aquecimento de água por meio da energia solar, instalação do chamado telhado verde, uso de águas pluviais, troca de escadas rolantes e elevadores por outras versões que sejam mais eficientes. Além disso, a ABIH mantém contato com as empresas fabricantes de materiais para sistemas de energia e água para facilitar a obtenção de materiais mais eficientes. Com isso, o orçamento para a modernização do hotel para um consumo mais eficiente pode chegar a ser até 40% mais barato.

Rio+20
Para este ano de 2012, o Rio de Janeiro será palco do encontro Rio+20, principal evento da cúpula mundial sobre os rumos do mundo no setor ambiental, que marca os 20 anos da Rio 92, realizado também na capital fluminense. Fermi disse que este também é um evento de grande importância para os hotéis brasileiros. Ele ressaltou que a entidade, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), está desenvolvendo outro tipo de projeto também voltado para eficiência energética.
De acordo com o executivo, este projeto é uma cartilha que mostra aos gerentes dos hotéis quais ações podem ser tomadas para garantir uma maior eficiência nos gastos com energia. Fermi disse que essa cartilha é uma iniciativa inédita na área hoteleira.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Última chamada MBA em Construções Sustentáveis - São Paulo e Rio de Janeiro


III Missão Técnica EcoBuilding Londres 2012 - Abertas as Reservas

Caros,

Feliz Ano Novo!
Estão abertas as reservas para a III Missão Técnica EcoBuilding Londres 2012.
Voltaremos à cidade olímpica deste ano, para mais uma vez visitar a feira EcoBuild, que a cada ano fica maior, e também conhecer de perto, em visitas técnicas, sempre com acompanhamento adequado, algumas obras, empreendimentos e escritórios que são referências mundiais em Arquitetura e Construção Sustentável. Veja algumas fotos de edições anteriores na coluna da direita aqui do blog.
As vagas são limitadas. Recomendo aos interessados que entrem em contato com a ArqTours (dados abaixo) para reservar seus lugares o quanto antes.
Até breve.